Indicadores e iniciativas fecham o plano que guiará o São Camilo na próxima década

O Hospital São Camilo concluiu nesta quinta-feira (8) a construção do seu Planejamento Estratégico 2026-2035. Na última etapa, foram apresentados os indicadores que vão acompanhar cada diretriz definida para os próximos dez anos, além das propostas de iniciativas estratégicas para os cinco eixos do plano: Pessoas, Clientes, Econômico-Financeiro, ESG e Processos Internos.

A reunião foi conduzida por Luis Henrique Rodrigues, fundador do Instituto de Estudos Sistêmicos do Brasil (IESB), e por Elimar Fardin Lorenzon, analista de Planejamento Estratégico da Portocel. O objetivo é orientar as decisões da instituição com metas mensuráveis e transformar as prioridades traçadas em ações concretas.

O processo foi acompanhado pelo superintendente Rubens Felix, pela diretora técnica Nina Mori, pelos gerentes administrativos e assistenciais, além de coordenadores do hospital. O membro do Conselho Curador Joatan Cabidelle  também participou do encontro. “Assumimos uma responsabilidade muito grande ao elaborar esses indicadores, sabendo que precisamos conciliar esse trabalho com a revisão da ONA, que também exige tempo, e com a rotina diária do hospital, que não é fácil”, afirmou Rubens Felix.

A construção teve início em novembro de 2025, com o primeiro encontro, seguido de uma segunda reunião em dezembro. Em setembro deste ano, os gestores elaboraram os indicadores e, em outubro, apresentaram as iniciativas que concluem o ciclo. Para Nina Mori, a próxima fase depende do envolvimento de todos os setores. “Precisamos encarar esse planejamento como um compromisso e tirá-lo do papel, para que, ao longo dos anos, possamos ver as propostas se concretizarem. Quem está aqui representando a sua área precisa levar o que foi construído aos colegas, para que haja engajamento e confiança durante o processo”, destacou.

Os condutores dos trabalhos avaliaram positivamente o resultado. “As iniciativas estratégicas elaboradas pelo time do São Camilo ainda abrem espaço para discussões, ampliações e melhorias, mas absorveram muito bem o propósito de materializar o mapa estratégico”, observou Luis Henrique Rodrigues, consultor responsável pela execução dos trabalhos. Elimar Lorenzon reforçou a avaliação, “como representante da Portocel, tenho certeza de que, considerando o comprometimento dos profissionais, o nível dos debates e o que foi proposto, o futuro do Hospital São Camilo não será outro senão a convergência entre missão, visão e valores da instituição”. 

Com a conclusão desta etapa, o plano passa agora à fase de execução. As iniciativas propostas serão desdobradas pelas lideranças junto às suas equipes, e os indicadores definidos permitirão acompanhar, de forma periódica, a evolução de cada eixo ao longo da próxima década. A expectativa é que esse acompanhamento oriente decisões mais seguras, fortaleça a gestão do hospital e se reflita na qualidade da assistência oferecida à comunidade de Aracruz e região.

 

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